Então...sábado, enquanto esperava no aeroporto, li o ultimo capitulo de "Razão e Sensibilidade". Como já era de se esperar, ADOREI. Literatura típica de Jane Austen, que se lê devagar e saboreando cada acontecimento e filosofia. Não tão romântico quanto "Orgulho e Preconceito", apesar de ter lembrado bastante, mas tão apaixonante quanto.
Personagens profundos e bem criados, juro que conseguia imaginar todos falando na minha frente.
Gostei como, alem de sempre demonstrar o amor mostra o cuidado e a preocupação com a família.
A Evolução de cada personagem durante a historia foi, apesar de sofrida, foi gratificante de se assistir:
Elinor sempre racional mostrando que qualquer pessoa é capaz e tem o direito de mostrar sentimentos. Marianne a mais sensível, adquiriu um certo tanto de razão no final da historia. Edward conseguiu 'peitar' a mãe e andar com as próprias pernas. Wilhougby aprendeu com a própria maldade e egoísmo . Coronel Brandon mostrou que com insistência e perseverança se consegue o que quer.
Sem duvidas nenhuma que Jane Austen é minha escritora preferida...
Super indico!!!
"Marianne Dashwood nascera para um destino extraordinario. Nascera para descobrir a falsidade de suas próprias opniões e para contrariar com sua conduta suas máximas mais queridas. Nascera para superar um amor formado aos 17 anos de idade e, com um sentimento não superior a forte estima e a intensa amizade, dar voluntariamente a sua mão a outro homem! E que outro, um homem que não sofrera menos do que ela sob um 1º amor, que 2 anos antes ela considerava velho demais para se casar e que ainda por cima buscava proteger a sacude com uma camiseta de flanela.
Mas assim foi! Em vez de sacrificar-se a uma paixão irresistível, como cheia de orgulho, esperara que acontecesse; em vez de permanecer para sempre com a mãe e obter seus únicos prazeres no retiro e no estudo, como mais tarde, com o juízo mais calmo e sóbrio, decidira, viu-se aos 19 anos entregando-se a novos afetos, assumindo novos deveres, estabelecida num novo lar, como esposa, dona de casa e senhora de um burgo...
Marianne jamais podia amar pela metade..."
Ellen, estamos justamente discutindo este livro lá na Sociedade Jane Austen do Brasil, junte-se à nós.
ResponderExcluirwww.jasbra.com.br
Adriana