sábado, 15 de maio de 2010
"Uma fênix em praga" cap. 12
"Naquela noite, mais relaxada e vendo a situação sob outro prisma, eu tinha condições de pensar claramente e entender que um erro não justifica outro, ou seja, não é porque me sentia humilhada que deveria humilha-lo. Na verdade, sempre tive por principio não humilhar ninguem. Infelizmente, naqueles dias obscuros, agi muito mais com a emoção, deixando os principios de lado. Também podia entender que pouca diferença fazia para Alberto agisse de forma mais humilde, apenas as minhas explosões nervosas poderiam ter sido evitadas. Bem, o que foi não tem mais volta; palavra dita é palavra posta - você pode até se desculpar, mas retira-la, jamais."
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